A maldade humana

on quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Os tempos estão difíceis e ninguém nos enganou de que seriam fáceis. A maldade humana está por todos os lados, nos políticos corruptos, nos discursos de ódio, nos atentados terroristas, no queimar crianças e funcionários de uma creche, na violência urbana.

Jesus chorou e ainda chora ao ver a depravação humana. Deus se incomoda com o pecado do mundo não por ele "ferir o ego de um ser majestoso", mas por saber que o salário do pecado é a morte, saber que o resultado do pecado é ruim para os próprios seres humanos. São eles que sangram nos atentados e nos hospitais sem médicos, são eles que queimam nas creches, são eles que estão nas ruas morrendo de fome e frio, que estão sendo expulsos de casa por puro preconceito e incompreensão.

Um místico luterano (Jacob Boehme) dizia que Lúcifer incentivava o pecado como inveja, ele havia se desgraçado e portanto queria fazer outros sentirem o mesmo mal que ele sofreu por sua culpa. O mal, o pecado, não é bom para a própria humanidade. Tudo correria muito bem se as pessoas seguissem os caminhos do Senhor, que ele não demarcou por vaidade e sim por ser o melhor para todos. Se todos seguissem o mandamento do amor, então veríamos os reinos da terra serem transformados nos reinos do céu.

Jesus chorou, mas não desistiu e suportou de tudo, inclusive a dura e infamante cruz que lhe impuseram os maus. Sim, pois só perseverando é que alcançamos a ressurreição.

Oremos por Janaúba, por Las Vegas e por todo o mundo. Afinal, onde houver sofrimento causado pela maldade, lá estarão as lágrimas de Cristo. Que Deus receba nos braços amorosos da sua graça as vítimas que e foram, que derrame o seu Espírito Santo para auxiliar na recuperação das que ficaram e no consolo deles e dos entes queridos de todos e o Cristo que silenciou a tempestade, também silencie os gritos dos maus, acalme os corações, mude a tenebrosa tempestade interior em bonança pela conversão total do ser humano. Amém!

A crueldade da ANVISA com os cosmeticos artesanais.

on segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Já faz um tempo desde a última vez que usei o blog para postar algo, ultimamente tenho usado a própria fan page para fazer as postagens, porém vou tratar de um tema que já queria tratar faz algum tempo e acabei sempre deixando passar: quando a intervenção estatal pode ser feita de forma desastrosa.

De antemão eu aviso que não me tornei um liberalzão, mesmo considerando minha profissão alternativa de comerciante (clique aqui para saber mais), mas é imperativo reconhecer que algumas intervenções estatais atrapalham mais do que ajudam. E antes que falem que estou apenas advogando em causa própria, já aviso que o seotr de transportes era um setor que o Estado poderia deixar livre para quem quiser fornecer esse serviço por contra própria (muitas lotadas, até de longas distâncias  já prestam um serviço melhor que o das empresas monopolistas ("concessões" que alguns negam ser uma privatização).

Vamos lá,mrecentemente comecei a trabalhar revendendo cosméticos veganos e empolgado com isso, acabei indo procurar produtores artesanais de cosméticos pensando em vender os seus produtos. Porém, me deu um estalo na mente para procurar a legislação em vigor sobre e me espantei, pois a legislação trata o cosmético caseiro como o industrial, ou seja os gastos e a burocracia para registrar e poder produzir um produto artesanal simples é o mesmo que o dos cosméticos das grandes indústrias multinacionais. 

Claro que não faltam vendedores de tais cosméticos agindo na ilegalidade, inocentemente acreditando que a legislação não os restringe e correndo o risco de serem punidos por seu trabalho. Tal situação sufoca o pequeno produtor e deixa o mercado nas mão dos grandes produtores. Claro que cosméticos precisam ter um controle para evitar problemas de saúde para a população e a ANVISA deve fiscalizar isso, mas poderia tudo ser feito de forma menos onerosa para o pequeno e menos burocrática.

"1.3.5. Cosméticos artesanais
A regularização dos cosméticos produzidos artesanalmente é a mesma dos cosméticos industrializados, ou seja, se tiverem a finalidade de comercialização, deverão seguir as mesmas regras de registro, notificação ou comunicação prévia.
É importante destacar que pessoas físicas não poderão regularizar cosméticos. Somente poderão registrar, notificar ou comunicar produtos cosméticos a empresa (pessoa jurídica) que tenha Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) junto à Anvisa."

http://portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/anvisa/transparencia/!ut/p/c4/04_SB8K8xLLM9MSSzPy8xBz9CP0os3hTQwNfRydDRwN_N2cjA08XVzOPUF-PIGdvI_2CbEdFALBfe1Q!/?urile=wcm%3Apath%3A/anvisa+portal/anvisa/trasparencia/assunto+de+interesse/publicacoes+transparencia/faq+-+perguntas+frequentes/cosmeticos+-+informacoes+gerais

Sim meus amigos, seria possível garantir a segurança desses produtos sem travar o pequeno produtor artesanal, que poderia estar empreendendo para sobreviver nessa atual crise, mas infelizmente a legislação acaba inviabilizando que novos produtos cheguem ao mercado e roubem a fatia dos grandes produtores.

Infelizmente, o mesmo Estado que exige demais em certas áreas, permite uma verdadeira farra em outras nas quais ele deveria se fazer presente.

É oficial: Estamos em uma ditadura do politicamente correto dos "justiceiros sociais".

on sábado, 1 de agosto de 2015
Depois do caso em que Levy Fidélix foi multado em 1.000.000 de reais por dizer que "aparelho excretor não reproduz" e ter sido condenado como homofóbico com isso (talvez por acharem que casais heterossexuais não praticam sexo anal e que ainda sim não conseguem se reproduzir de tal forma), sendo que tal multa foi mal recebida entre pessoas que sempre defenderam a causa LGBT (como eu mesmo sempre defendi) e até o PCO escreveu um excelente texto sobre:

http://www.pco.org.br/nacional/multa-de-1-milhao-e-mais-um-duro-atentado-a-liberdade-de-expressao/apzy,y.html

Recentemente, uma agência esportiva, fez uma promoção em que quem fizesse a melhor foto de torcida ganharia uma camisa autografada por um jogador daquele time. A imagem ganhadora mostrava um rapaz torcendo em casa para seu time e com uma mulher do time adversário amarrada durante o jogo... Pessoas em pleno gozo de suas capacidades mentais verão a velha provocação entre torcidas, talvez se a pessoa for um pouco mais sensível poderia criticar a violência entre torcidas, mas criticaram o que? MACHISMO! Acreditem... Agora briga de torcidas se tornou machismo na cabeça doentia de alguns "justiceiros sociais"... Freud explica toda essa sexualidade reprimida dessas pessoas....

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/07/150729_salasocial_concurso_foto_tg.shtml?ocid=socialflow_facebook

Isso é fruto de uma corrente pós-moderna, anti-científica, que tomou conta de muitos movimentos sociais e jogando no lixo toda a tradição destes movimentos (os grandes clássicos do socialismo, da esquerda e dos próprios movimentos) dizem que opressão é subjetiva e sendo assim opressão se torna sinônimo de simplesmente não gostar... Muito diferente da crítica tradicional da esquerda contra a exploração do proletariado ou outros fenômenos claramente definidos (independente de se concordar ou não com eles).

Deveríamos avisar aos organizadores de festas sadomasoquistas que eles não podem permitir que mulheres sejam amarradas, nem negros, nem homossexuais, nem nada... Iniciamos uma ditadura moralista, repressora e verdadeiramente reacionária...

Até quem for o mais ferrenho anti-stalinista vai ter que concordar que esses mimizeiros desocupados estão precisando ir para um Gulag para pararem com essa bobagem toda...

Desperdício: Trens da SuperVia leiloados como sucata!

on sábado, 25 de julho de 2015
Recebi recentemente, através da Associação Fluminense de Preservação Ferroviária, um e-mail de grande relevância do sr. Antonio Pastori e vou usar meu blog para ajudar na divulgação desta mensagem:

Prezado Secretário Osório,

Tenho recebido dezenas de e-mails de pessoas, e entidades preservacionistas, indignadas com o leilão de trens da Supervia, autorizados pelo Estado.

Indignados porque esse material foi considerado - erroneamente! - como inservível e será vendido a preço de sucata de ferro.

Ledo engano, pois essas "velhas caixas metálicas com rodas de metal", tem durabilidade secular (que o diga os Ingleses, com seus tesouros ferroviários preservados e em operação até hoje)  e podem ter serventia mais nobre antes de serem irremediavelmente picotas pelo maçarico.

Saiba, senhor Secretário, que uma das maiores dificuldades para implantação de dezenas de projetos de TTR-Trens Turísticos e Regionais, assim como projetos culturais, é a falta de material rodante. E o Governo do Estado está contribuindo para o agravamento desta dificuldade.

Para reforçar os argumentos acima, solicito a leitura do pequeno artigo abaixo.

At//

Antonio Pastori 

Trem velho não é sucata; é cultura e educação, por Antonio Pastori (*)


Mais um pouco da memória ferroviária do Estado do Rio vai desaparecer em breve. Cerca de 97 vagões, ou melhor, carros de passageiros das décadas de 60, 70 e 80, vão ser leiloados até o final de julho/2015 pela SETRANS - Secretaria de Transportes do Estado do Rio de Janeiro.
Esses carros serviram por muitos anos aos passageiros dos trens de subúrbio do Rio em momentos distintos operados por empresas distintas: Central do Brasil, CBTU, Flumitrens e Supervia. Um dos motivos de leilão é que, além do obsolescência do material rodante, os carros estão ocupando grandes espaços nos depósitos da Supervia em São Diogo e Deodoro, que precisam ser liberados para receber novos trens. Uma pena que após prestarem relevantes serviços tenham fim tão medíocre: virar sucata.

Não pense o leitor que trata-se de saudosismo piégas, pois esses carros poderiam ser reformados/adaptados para uso mais nobre, como por exemplo, bibliotecas, salas de educação para cursos de informática, oficinas de artesanato, escolinha de música, carpintaria, anfiteatro, café cultural, museu ferroviário, ponto de informações turística e mais uma dezena de usos - cadeia pública -, em face a enorme durabilidade, solidez e resistência ao tempo das suas caixas de ferro e aço, permitindo que durem ainda mais de meio século, mesmo se expostas ao tempo.

Segundo o Governo do Estado, os recursos arrecadados deverão ser reaplicados em melhorias no sistema de trilhos do Estado, o que será muito pouco vis a vis às demandas de investimentos bilionários que o modal ferroviário requer. O que será arrecadado nos leilões será muito pouco, pois cada carro pesa entre 15 e 20 toneladas e será vendido a preço de sucata de ferro (R$ 0,70/kg). 

Em suma, o que Estado deve arrecadar com a venda dos 97 carros deve ser inferior a um milhão de reais, quantia essa de pouca valia ao atual sistema ferroviário da RMRJ-Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Trata-se, portanto, de uma gota d'água no oceano.

Seria  muito importante que a SETRANS reservasse alguns desses carros  para uso mais nobre, conforme antes exemplificado nas fotos abaixo. 

Após reforma, seriam utilizados como Centro de Informações Turísticas e/ou Centro Cultural para preservação da memória ferroviária em cidades do Estado do Rio

Fica aqui a nossa sugestão na esperança de a ideia seja acolhida. Mas é preciso correr, pois o leilão deverá acontecer daqui há algumas semanas.


(*) pesquisador ferroviário e Vice-Presidente da AFPF-Associação Fluminense de Preservação Ferroviária Mestre em Economia e pós graduando em Eng. Ferroviária

















Liberdade religiosa em risco e os malefícios tributários.

on domingo, 21 de junho de 2015
Existem pensamentos que se tornam comuns na sociedade, recheados de slogans irrefletidos e ideias que fingem ser progressistas, porém que quase sempre são verdadeiros "tiros no próprio pé". Um deles é a ideia equivocada de que instituições religiosas devem pagar impostos.

Veja, não estou dizendo que todos que defendem isso são pessoas mal intencionadas, mas garanto que são pessoas que muitas vezes apenas foram seduzidas pelo "canto da sereia" e não chegaram a refletir com mais cuidado sobre a situação. Vamos pensar um pouco:

A constituição federal garante a isenção de impostos para Instituições Religiosas (e não apenas igrejas), este é um grande avanço para garantir a liberdade religiosa e em especial dos grupos minoritários. Pensemos em um pequeno grupo budista com entre 6 e 10 membros, se os mesmos não tiverem muito dinheiro para arcar com impostos apenas por sua fé, então nunca poderão praticar sua religião de forma coletiva e menos ainda se organizar. A isenção de tributos, antes de entrar no mérito do papel da religião na sociedade, simplesmente serve para garantir o direito de você ter a religião que quiser. Veja, se eu e você agora quisermos formar uma religião qualquer (religião não necessariamente tem a ver com crença em Deus, existem religiões ateístas como a Religião da Humanidade que é mais conhecida como Igreja Positivista) nós temos a liberdade de poder fazer isso sem nos preocuparmos se teremos dinheiro o suficiente para arcar com os impostos ou não.

Então, como algumas pessoas pensam que uma conquista tão importante para uma sociedade realmente democrática e tolerante com as minorias seja algo ruim? Existem várias explicações possíveis:

- Algumas pessoas acham que isso é um "privilégio", mas esquecem que existem inúmeros outros casos de isenções tributárias e o objetivo das mesmas em geral é o de evitar que certa pessoa ou instituição vá falir em função dos impostos.

- Algumas pessoas simplesmente são contra ideais democráticos e pluralistas. Vale lembrar quantas pessoas não apoiaram o nazismo e outras barbáries no mundo.

- Algumas pessoas tem um ódio, mais ou menos disfarçado, contra as religiões e em especial contra as majoritárias e acabam tentando usar isso como uma forma de ataque gratuito.

- Algumas pessoas acham que estão libertando a sociedade dos "aproveitadores da fé", mas na realidade acabam é beneficiando os mesmos já que eles é que terão dinheiro para arcar com os tributos e ainda vão se livrar das instituições sérias que podem até quebrar com a falta de verba para seu sustento (muitas já estão quase quebrando sem ter os impostos).

Em resumo, as tentativas de tributar as religiões nada mais são do que tentativas de esmagar as religiões minoritárias, destruir a liberdade religiosa e fortalecer os oportunistas. Abusos contra a fé das pessoas devem ser resolvidos com conscientização e não punindo quem nada tem a ver com isso e deixando escapar quem pratica tais abusos e terá dinheiro para arcar com os impostos.

Sem falar que, em última instância, o dinheiro das instituições religiosas é de seus fiéis e tributar as mesmas é apenas decretar que religiosos devem pagar mais impostos que não-religiosos apenas por conta de suas convicções pessoais. Perseguição econômica contra religiosos também é uma forma de praticar a intolerância religiosa e ao longo da história tem sido usada para oprimir diversas minorias.

Por uma sociedade plural, onde todos sejam livres para crer ou não crer sem precisarem saber se terão dinheiro o suficiente para isso. Por uma sociedade livre, igualitária e fraterna!

Tocando na ferida - Escola, violência e legislação sem idealismos.

on domingo, 24 de maio de 2015
Existem alguns assuntos que eu evito debater na internet por alguns motivos:

1) Não há debate e sim exibicionismo de quem é o melhor (normalmente na base do grito e da ofensa e não da argumentação).

2)  Tudo já está muito polarizado... Ex.: Se você criticou o governo Dilma então deve ser um espião do PSDB, se criticar o FHC deve receber alguma bolsa da Dilma... Ou se é anarquista ou se é fascista...

3) As pessoas não querem estudar os temas e se contentam com frases feitas aprendidas em alguma cartilha.

Porém, tem horas que não dá mais e aí vale lembrar a velha frase de que "No inferno os lugares mais quentes estão destinados aos omissos" e seguir o que diz a Bíblia "Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca." (Apocalipse 3:15-16).

Estava eu vendo os debates sobre a morte do ciclista esfaqueado no Rio de Janeiro e lembro de poucas vezes ter visto tanta bobagem junta. Boa parte disto por culpa de uma direita que oscila entre um liberalismo individualista (sendo que se o capital é social não seria possível essa ideia do "cada um por si" ignorando o resto da sociedade) e um militarismo fascistóide, mas também por culpa de uma esquerdinha pós-moderna de classe média cada vez menos ortodoxa e mais abraçadora de árvores e que se preocupa menos em estudar economia (que acham ser uma ciência burguesa... Pobres Marx e Proudhon) e mais em estudar livros de auto-ajuda para ficar dizendo "Amor Livre"/"Mais amor por favor"/"Ninguém é dono de ninguém" e outros delírios que poderiam ter se encerrado com o festival de Woodstock.


Capa do Extra do dia 22/05/2015
O que foi para mim o cúmulo, a ponto de me fez largar meus compromissos para escrever aqui, foi a manchete do Jornal Extra no dia de hoje (tão celebrada por uns e repudiada por outros). São tantas coisas grotescas que estão nessa matéria e nos argumentos sobre o caso que me fazem ter que falar em tópicos para facilitar o entendimento:

1) A escola desistiu de alguém? Não! A escola não desiste de ninguém pois é não tem que insistir em ninguém, a escola não é depósito e nem educadora moral, a escola serve para o desenvolvimento "intelectual" (não vou entrar aqui nas discussões sobre esta palavra e a usarei no seu sentido mais vulgar) como desenvolvimento da linguagem, desenvolvimento do raciocínio lógico/argumentativo/retórico e matemático, desenvolvimento das aptidões científicas/filosóficas/artísticas de acordo com cada disciplina... O meu pensamento é conteudista? De certa forma sim (apesar de ter asco a ideia da simples memorização que ocorre na escola no lugar da assimilação do modo de fazer), mas é para isso que serve a escola (salvo as escolas religiosas e militares que teoricamente tem um compromisso DOUTRINÁRIO de formar a pessoa integralmente). A escola tem alguma participação na formação moral? Sem dúvidas que sim, da mesma forma que qualquer outro ambiente como o seu próprio emprego ou time de pelada também tem alguma participação, mas não é protagonista nisto que apenas a família (junto com a instituição religiosa ou militar de acordo com o caso) pode fazer. Quem trabalhou em escolas públicas problemáticas sabe muito bem que a escola nem deveria ser obrigatória, pois ao colocar o aluno que não quer nada (e ele tem o direito inalienável de não querer se formar e que é impossível impedir ele disso) com o aluno que quer o prejudicado será este último pois o professor que já fica sobrecarregado por lidar com muitos alunos simultaneamente acaba tendo que gastar toda a sua energia em conter os excessos do aluno que nada quer. A escola não desiste de ninguém pois ela não é reformatório, ela está lá para ensinar os que querem e não para tentar converter quem não quer. Podemos contribuir com a educação, mas não tomar a dianteira nisso (aliás isso é só mais uma tentativa de jogar a culpa nos professores que já vivem em seu limite).

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2) O criminoso é vítima da injustiça social? Não necessariamente ou não existiriam vários criminosos oriundos de famílias abastadas! A principal vítima dos criminosos é o TRABALHADOR que enfrenta uma jornada de trabalho exaustiva em conduções lotadas e sem o mínimo de salubridade para no final do mês receber o um salário que não paga nem as compras no mercado. Marx e outros grandes teóricos do campo de esquerda sempre foram claros em mostrar que sua luta é pelo PROLETARIADO, pela classe PRODUTIVA e criminosos não se incluem nela (antes são inimigos da mesma já que é o TRABALHADOR que é assaltado no BRT e é o TRABALHADOR que não tem acesso aos serviços públicos por conta da corrupção na classe política). Então, vamos parar com essa mania de inocentar o algoz... Eu trabalhei com crianças que não tinham o que comer e ao invés de estarem esfaqueando os outros na rua elas se sacrificavam estudando (já tive aluna desmaiando na escola pois não comia fazia tempo) e alguns desses conseguiram até entrar para escolas de referência (nessas horas ninguém fala mal do "conteudismo" né?)... Elas eram vítimas das estruturas injustas, não os que optaram em querer matar e roubar aquilo que outros conseguiram com suor (sim, pois essa esquerdinha de classe média não acha nada demais o risco de ser vítima na rua pois seu condomínio tem boa segurança e perder R$ 100,00 em um assalto não vai te deixar sem comer no fim do mês). Na República Popular da China, União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, República Democrática Popular da Coréia ou até mesmo na social-democracia escandinava não se faz essa choradeira vitimizante com os criminosos, antes eles tem a certeza da punição (nas repúblicas marxistas até de forma bem mais dura).



3) Ser hippie é legal, mas já está ultrapassado. Hoje, a esquerda atual tem pavor das palavras: ordem, disciplina, punição, militarismo, polícia. Esse pânico não encontra respaldo nem nas teorias socialistas e nem nas práticas dos regimes, talvez só na choradeira revisionista de setores do PSOL. Não precisamos adotar o Juche, mas também não precisamos virar abraçadores de árvores.

Cartaz da Frente Popular durante a Guerra Civil Espanhola.
4) Mas e os mortos nas favelas? Obviamente que não podem ser esquecidos, mas também isso não pode ser desculpa para esquecer de alguém de outra origem que foi morto brutalmente... Todos devem ser lembrados! Se eu me revoltei com a impunidade de Thor Batista ao ter matado um ciclista, não posso achar bonita a impunidade do menor que matou outro (até por questão de coerência e humanismo).

5) Nem reduzir a maioridade penal atoa e nem deixar tudo como está onde um aluno estupra uma aluna ou quase mata um professor e no máximo será transferido de escola, isso se os pais não reclamarem da distância da nova escola e o MP obrigar ele a retornar a escola de origem junto da vítima... Duas propostas bem coerentes e que precisam ser discutidas são: A) Tornar o ECA mais rígido com o menor infrator. B) Reduzir a maioridade penal apenas para crimes hediondos.

6) A pena de morte e a prisão perpétuas são grandes erros, tanto pelos possíveis equívocos quanto por não trazer nada de bom pra sociedade (nem compensar os erros e nem reformar o indivíduo), sendo assim o trabalho (mesmo que forçado) deve ser a punição como forma de evitar o ócio, ensinar algo de útil ao detento e principalmente botar ele para trabalhar pela sociedade. Tal prática é muito usada nos Estados Unidos, na China e foi muito usada também na URSS.


7) Direitos Humanos são vitais sim para a sobrevivência da sociedade sem tirania, porém devemos pensar também (e principalmente) nos Direitos Humanos das vítimas e possíveis vítimas e não apenas do criminoso. A impunidade do criminoso vai levar ele a fazer novas vítimas (novas pessoas que não terão respeitados os seus direitos humanos).

7) O jornal Extra e sua linha editorial, condizente com a linha do O Globo, tenta culpabilizar a escola (mais especificamente os professores) e levar a fatos como esse: http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,e-uma-crianca-diz-mae-de-acusado,1693020

Vale a pena ler:
http://www.osul.com.br/professor-que-teve-o-nariz-quebrado-por-aluno-vai-abandonar-a-profissao/

http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2014-08-30/brasil-e-lider-mundial-em-agressao-a-professores.html

http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/jonas-os-professores-e-uma-outra-evasao.html

http://professormoroni.blogspot.com.br/2013/09/desabafo-conscientizador.html

Richa, Paes, Garcia, Pezão e Cabral dariam orgulho a Goebbels e Hitler.

on sexta-feira, 1 de maio de 2015
Ministério da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil manifesta sua solidariedade aos professores.

Depois do massacre provocado contra os professores do Rio de Janeiro, promovidos pelos governos de Cabral-Pezão-Paes (na sórdida aliança PMDB-PT) e Paulo Garcia (PT), o governador paranaense Beto Richa (PSDB)  fez algo parecido para mostrar que o autoritarismo/corrupção/descaso com o povo não é exclusividade de um único grupo político (e que PT = PMDB = PSDB).

Mas, agora temos uma novidade... Policiais de sangue rosa!!!!! O PM Umberto Scandelari, demonstrando que é um ser digno do desprezo de todas as pessoas de boa vontade, posta uma foto pintado de rosa e dando a entender que foi agredido por professores (de inicio recebendo mensagens de apoio dos seus amigos que desejavam que ele estivesse bem e se recuperasse)... Porém, quando pessoas com o QI superior ao de uma barata, começaram a ver a péssima maquiagem do PM e a zuar, ele editou a foto para dizer que não era sangue... Bom, ser pintado é motivo para agredir de forma tão brutal outras pessoas? Se ele foi atacado com tinta, como explicar o fato da farda estar limpinha e apenas estar sujo na cara e nos braços? Silêncio reina...




Na próxima foto, temos uma farda com um ou outro pingo, mas ainda não ficando explicada como a quantidade imensa de tinta que supostamente teria atingido o PM encharcaram o braço e capacete, mas fugiram da farda... 




Com produções assim, o Brasil não vai levar o Oscar de efeitos especiais...

Paulo Garcia (PT) também deu sua contribuição contra a classe.

Richa/Paes/Pezão/Garcia imitam Gobbels na mentira e Hitler na opressão...

Fora Richa!
Fora Pezão!
Fora Paes!
Fora Garcia!